Archive for the ‘economia criativa’ Category

  • Sua cidade é criativa?

    mai 29, 12 • Carolina de Castro Wanderley • destaque, economia criativaComentários desativadosRead More »
    Sua cidade é criativa?

    Uma cidade criativa, mais do que fomentar a atividade cultural, é aquela que busca e encontra soluções criativas para seus problemas. E hoje em dia, criatividade está intimamente relacionada com comprometimento com as próximas gerações, com sustentabilidade. De olho nisto tudo, o Ministério da Cultura criou um selo de certifica cidades que colocam em sua pauta a criatividade sustentável. As informações detalhadas sobre o selo Cidades Criativas estão aqui, no site da MinC.  

  • Economia Criativa

    mar 12, 12 • Carolina de Castro Wanderley • destaque, economia criativaNo CommentsRead More »
    Economia Criativa

    Senhoras e Senhores, é bom, é interessante, é importante que saibamos o que é a Economia Criativa. Recomendamos a visita ao ótimo site da Criaticidades: “O conceito de economia criativa deriva do termo “indústrias criativas”, que por sua vez apareceu em um discurso intitulado “Creative Nation” (Nação Criativa), proferido pelo Primeiro-Ministro da Austrália, em 1994. A fala defendia a importância de aproveitar as oportunidades geradas pela globalização e pelas mídias digitais como forma de informar e enriquecer a criatividade das pessoas e sua contribuição para o desenvolvimento do país. A ideia ganhou força em 1997, na Inglaterra, quando, para fazer frente à crescente competição econômica global, o governo do então Primeiro-Ministro Tony Blair criou uma força tarefa multissetorial, encarregada de analisar as tendências de mercado e as vantagens competitivas nacionais. Destaque para a parceria público-privada e para a articulação entre os diferentes setores e pastas públicas nas áreas de cultura, desenvolvimento, turismo, educação e relações exteriores, entre outras. Como fruto desse trabalho foram identificados 13 setores de maior potencial para a economia britânica –  um modelo que acabou replicado em diversos países. A esse conjunto de setores, cujo fio condutor era a possibilidade de geração de direitos de propriedade intelectual, deu-se o nome de “indústrias criativas” (sendo que “indústria”, em economia, refere-se a um setor econômico, como “indústria financeira”, “indústria do entretenimento”, “indústria do turismo”. Talvez o maior mérito do

  • Sustentabilidade e investimento em cultura

    out 8, 07 • Carolina de Castro Wanderley • cultura, destaque, economia criativaNo CommentsRead More »
    Sustentabilidade e investimento em cultura

    Durante muito tempo o homem utilizou-se dos recursos naturais do planeta sem se preocupar com os efeitos dessa conduta. Após a Segunda Guerra Mundial ficou claro à comunidade mundial a capacidade que a humanidade tem de se auto-destruir: bombas, exaustão da natureza, divisão desigual de rendas, tudo desvelado em um panorama mundial temerário. As instituições do chamado primeiro setor (Estado) iniciaram tratativas globais de redução de fatores destrutivos. Mais recentemente, surgiram as iniciativas do terceiro setor na tentativa de reduzir desigualdades, preservar o meio ambiente, promover a cidadania, etc. As empresas, na qualidade de segundo setor da economia, não estão fora dessa nova corrente ética. São compelidas cada vez mais a adotar condutas socialmente responsáveis. Assim, as empresas não podem mais ser vistas como “edifícios onde entra matéria prima e sai produto finalizado, em troca de lucro”. O setor privado tem função social. De dentro de seus edifícios tem saído mais do que produtos e serviços. Tem saído investimento socioamobiental. Veja-se: investir em valores éticos, em promoção da cidadania, em preservação ambiental não é mais tarefa exclusiva das políticas públicas. Claro está que o Estado sozinho, não dá conta mesmo. Também não há que se pensar que somente o terceiro setor trabalhe nessa área. A iniciativa privada agora é chamada para buscar desenvolvimento sustentável sob o ponto de vista ecológico, social e financeiro. Por isso investir em cultura é garantir

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